Com o passar do tempo as coisas foram ficando ainda piores pois António, encontrava na bebida um refúgio para tantos problemas... Então quase todos os dias era dia... Até que mas das vezes os avós fartarem-se e colocaram António na rua, sem dó nem piedade, foi aí que Carolina, começou a entender na realidade, o que era AMOR. Pois dessa vez que os avós colocaram António na rua, Carolina saiu de casa com a mãe e foram procura-lo, ali nos arredores... então encontraram-no a dormir no Jardim da Praça das Flores... Carolina não cabia em si de tanta lágrima, ao ver o seu querido pai, aquele que fazia de tudo, para que nada lhe faltasse, a dormir num banco de jardim. As lágrimas escorriam-lhe por o rosto e desatou a correr para ao pé do pai... Carolina percebeu nessa altura do que se tratava a palavra Amor. Tinha um nó na garganta mas não podia demonstrar ao seu pai que estava triste, para não o desanimar ainda mais. A mãe de Carolina estava desolada pois não queria que a filha tivesse visto aquela imagem do pai, mas por fim acabaram as duas por se abraçarem uma à outra a chorarem compulsivamente.
Como não tinha para onde ir António ficou ainda alguns dias a dormir naquele banco de jardim e a tomar banho no lago que ali havia. António não queria que a filha o fosse ver, mas não conseguia ficar longe dela. Até que Carolina decidiu pedir aos avós novamente para os aceitar em casa deles, pois já não aguentava mais ver o pai a dormir num banco de jardim e a tomar banho num lago, os avós aceitaram ao pedido da menina... Mas António sentia-se revoltado por depender sempre daquelas pessoas que tanto mal lhe faziam... então voltava a colocar-se novamente na bebida.
Desta vez que os avós o colocaram na rua, foi morar para uma padaria onde ele trabalhava na altura, na Rua do Século, passaram lá um Natal e Carolina levou um postal de Natal com uma Arvore de Natal, e foi essa a árvore de Natal desse ano... sem prendas, mas havia uma coisa nesta familia, AMOR
NADA OS ABALAVA!
Mais uma vez voltaram para casa dos avós, mas parece que aquele Natal ali passado, naquela padaria sem nada e sem prendas fez com que António pensa-se de uma outra forma, para levar a vida em frente.
Decidiram logo ter outro filho, para Carolina não foi lá muito boa a ideia, visto que já tinha passado 8 anos sozinha e com muito amor de ambas as partes, mas tentou levar as coisas e pensar de forma positiva.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Capitulo IV
Na realidade nunca conseguiam sair da mesma rotina, e não conseguiam a tal esperada estabilidade... Depois de terem saído da Casa do Alto da Serafina regressaram novamente a casa dos avós de Carolina, mas desta vez pior... Tudo o que tinham tinha sido roubado por um drogado que lá vivia também na casa.
Voltaram sem nada nem roupas sequer tinha sido tudo roubado.
Mais uma vez os avós de Carolina acolheram-nos todos em casa. Mas voltaram á estaca zero sem nada e com muitos conflitos e sem privacidade nenhuma, pois a casa era pequena demais.
Voltaram sem nada nem roupas sequer tinha sido tudo roubado.
Mais uma vez os avós de Carolina acolheram-nos todos em casa. Mas voltaram á estaca zero sem nada e com muitos conflitos e sem privacidade nenhuma, pois a casa era pequena demais.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Capitulo III
Depois de várias tentavas para tentar encontrar a tal ESTABILIDADE nunca conseguida foram acolhidos por avós. Mais uma vez tentaram sair de casa dos avós para irem para uma parte de casa desta vez no Alto da Serafina... POr uma parte de casa pagavam na altura 45 mil escudos. Decidiram então ficar por lá, era uma casa bastante grande com lareira, garagem, jardim e até tinha animais. (coelhos, galinhas...)
Passaram lá um Natal cheios de frio, mas lindo à volta da lareira e com poucos presentes pois não havia dinheiro para mais. Mas Carolina percebia perfeitamente isso, mas de qualquer das formas parecia uma criançã infeliz... parece que lhe faltava qualquer coisa.
Fizeram as mudanças para a casa nova e levaram tudo da casa dos avós parecia mesmo serio...
Não sei ao certo quanto tempo lá passarm mas ao fim de algum tempo começavam a dar por falta de alguns objectos de uso pessoal... Foi quando António se passou e foi ter com o dono da casa a perguntar o que se passava. Foi então que o dono da casa lhe disse que tinha um filho toxicodependente... então António tirou logo as suas dúvidas... Pronto era ele que andava a roubar as pequenas coisas deles. Quer dizer pouco tinham e mesmo assim foram roubados. Passou-se mais uns dias e foram-se embora novamente para casa da avó, quando voltaram à Serafina para ir buscar o resto das coisas já não havia nada para contar história.
Ficaram sem nada!
Enfim palavras para que?
Passaram lá um Natal cheios de frio, mas lindo à volta da lareira e com poucos presentes pois não havia dinheiro para mais. Mas Carolina percebia perfeitamente isso, mas de qualquer das formas parecia uma criançã infeliz... parece que lhe faltava qualquer coisa.
Fizeram as mudanças para a casa nova e levaram tudo da casa dos avós parecia mesmo serio...
Não sei ao certo quanto tempo lá passarm mas ao fim de algum tempo começavam a dar por falta de alguns objectos de uso pessoal... Foi quando António se passou e foi ter com o dono da casa a perguntar o que se passava. Foi então que o dono da casa lhe disse que tinha um filho toxicodependente... então António tirou logo as suas dúvidas... Pronto era ele que andava a roubar as pequenas coisas deles. Quer dizer pouco tinham e mesmo assim foram roubados. Passou-se mais uns dias e foram-se embora novamente para casa da avó, quando voltaram à Serafina para ir buscar o resto das coisas já não havia nada para contar história.
Ficaram sem nada!
Enfim palavras para que?
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Dá que pensar...
"Se não conseguimos encontrar contentamento em nós próprios, é inútil procura-lo noutro sítio"
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Recordações - desenhos animados
Quem não se lembra destes desenhos animados? Tão inocentes tão educativos, podiamos deixar as crianças a ver sem preocupações nenhumas pois eram desenhos animados didacticos e que entretiam muito as crianças, além de lhes ensinarem os prinicipais valores... Recordem pois recordar é viver...
Eu inclusivé adorava ver todos esses desenhos animados, também gostava muito de uns que era a "A Ana dos cabelos ruivos" mas por motivos tecnivcos não consegui colocar aqui para recordarem... A Rua Sésamo entretia muito as crianças com as suas divertidas músicas, muitas das quais ensinavam a ler, a contar, a saber as cores... tinha outras partes que incentivava a ajudar os outros... eram muito bons... havia também as revistinhas que saíam todos os meses que tinha muitos jogos, actividades, receitas e histórias. Eu tinha todas...
Eu inclusivé adorava ver todos esses desenhos animados, também gostava muito de uns que era a "A Ana dos cabelos ruivos" mas por motivos tecnivcos não consegui colocar aqui para recordarem... A Rua Sésamo entretia muito as crianças com as suas divertidas músicas, muitas das quais ensinavam a ler, a contar, a saber as cores... tinha outras partes que incentivava a ajudar os outros... eram muito bons... havia também as revistinhas que saíam todos os meses que tinha muitos jogos, actividades, receitas e histórias. Eu tinha todas...
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